sábado, 18 de dezembro de 2010
Amsterdam - Parte 1 “Com neve, só depois das 9h”
18/12/2010 – Sábado – “Com neve, só depois das 9h”
Luã: Como no dia anterior dormimos tarde, então resolvemos acordar às 8h, ainda 7h em Portugal. Sem saber acertamos, pois em tempos de neve o dia começa mais tarde do que o normal: 9h da manhã. Conforme informações colhidas na noite anterior, seguimos à Estação Central (de trens) para tomarmos nosso café da manhã. Logo percebemos que as coisas para estas bandas não são baratas como em Portugal, mas como tudo na vida tem um preço e de graça nem o pão, nem a cachaça, então resolvemos desencanar. O café custou 5 euritos (2,50 pra cada), onde eu comprei uma pizza e Wirna um sanduiche de queijo. Avistei uma máquina de café, então resolvi perguntar, não sei como, para a atendente qual era o valor. Lembro-me apenas dela informar que podíamos ir lá e pronto. Chegamos, uma moça ainda servia-se de café. Ao final, resolvi tomar a iniciativa e apertar um botão qualquer, na verdade, o mesmo que a moça havia apertado anteriormente. Estava em nederlandês, pior do que nunca, mas eu gostaria de saber o preço, quando mais que de repente a máquina começou a processar e a derramar café. Imediatamente peguei um copo e coloquei na direção de onde saia o liquido quente. Wirna e a moça começaram a rir do susto. Moral da história, descobrimos que o café ali é grátis. Ficamos muito felizes pela subtração de uma despesa. Tomamos nosso café calmamente num corredor da Estação, lembrando da situação. Em seguida fomos até ao VVV (Turist Information) que havia ali próximo a Estação.
Wirna: como Luã já disse, nada (ou quase nada) aqui é de graça, por isso tivemos que desembolsar 2,75 euritos pelo mapa, mas pelo menos já dava pra se situar nessa loucura que é Amsterdam. Seguimos para a Dam Square, mas no caminho Luã deu uma escorregada na calçada totalmente tomada pelo gelo, e quase se abosta cai no chão, eu dei um grito e segurei-o, outros caras na rua ficaram rindo, e na mesma hora Luã começou a rir e eu fui rindo junto, foi realmente hilário, uma quase videocassetada. Ainda no caminho, passamos pela “Bleurs Plein” onde tem um painel enorme escrito “I Amsterdam” (com o detalhe em vermelho), onde fizemos trocentas fotos, inclusive com o timmer (foto bate-e-corre-pra-aparecer-também). Na praça, o primeiro susto, a DAM (tipo Sé) estava fechada para restauro.. PQP! O jeito é visitar a Niewe Kerk.. mas esta só abria às 11h e o preço era 12 euros, portanto, começamos a pensar na possibilidade de comprar o “I Amsterdam card” que também engloba os museus de arte que são todos caros, além de transporte público.
Foi quando avistamos o Madame Tussauds, que estava a abrir... mas decidimos ir em visitar em outro momento, com mais calma. Seguimos então para a Oude Kerk e já no caminho inevitavelmente passamos pelo Red Light District, onde algumas raparigas já estavam se exibindo.. é “a mais antiga das profissões aqui começa cedo”, foi a frase do Luã. Minha avaliação é que ele como qualquer pessoa que nunca viu neve ficou doido quando viu, no caminho até fotografei-o comendo neve. Bem, voltando ao tema, algumas prostitutas que vimos eram gorduchas e não estavam nem aí, tem gajo que gosta de todo jeito né?! Bem, a Oude Kerk também só abria às 11h e então decididamente retornamos ao Tourist Information e adquirimos o “I Amsterdam card”(48 euros), na hora deu pena, mas depois fiz as contas e seria um bom negócio, quando dividido pelos dias, sem contar que ainda engloba um passeio de barco holandês, pelos canais da cidade.
Foi quando avistamos o Madame Tussauds, que estava a abrir... mas decidimos ir em visitar em outro momento, com mais calma. Seguimos então para a Oude Kerk e já no caminho inevitavelmente passamos pelo Red Light District, onde algumas raparigas já estavam se exibindo.. é “a mais antiga das profissões aqui começa cedo”, foi a frase do Luã. Minha avaliação é que ele como qualquer pessoa que nunca viu neve ficou doido quando viu, no caminho até fotografei-o comendo neve. Bem, voltando ao tema, algumas prostitutas que vimos eram gorduchas e não estavam nem aí, tem gajo que gosta de todo jeito né?! Bem, a Oude Kerk também só abria às 11h e então decididamente retornamos ao Tourist Information e adquirimos o “I Amsterdam card”(48 euros), na hora deu pena, mas depois fiz as contas e seria um bom negócio, quando dividido pelos dias, sem contar que ainda engloba um passeio de barco holandês, pelos canais da cidade.
Voltamos para visitar a Niewe Kerk (Nova Igreja que é paga, mas com o “I Amsterdam card”) é de graça, lindona, erguida no século XV, caracterizada pelo que constatei ser gótico, mas li que era gótico tardio. A igreja foi reformada ao longo do tempo e até hoje é palco da coroação dos reis da Holanda. Tem um belíssimo púlpito, em madeira talhada, com os 4 evangelistas, as virtudes (justiça, fé, amor e não lembro a outra, me fugiu agora), tem também um órgão espetacular, lindo demais. Na verdade ela não funciona mais como igreja, mas com exposições temporárias, das quais está em cartaz uma de arte islâmica que demos uma espiada.
De lá, voltamos mais uma vez à Oude Kerk (Velha igreja - ah, é tudo perto mesmo – essa igreja também é paga, mas usamos o card de novo), e com uns papéis-guia que a senhora nos deu fomos olhando os vitrais, as pinturas no teto, que por sinal estão se acabando (apagando), restauro urgente! Vimos ainda um único arco pintado, dentre os outros, que simbolizava o céu, tendo inscrições do sol e da lua. Ambas as igrejas, Oude e Niewe são protestantes, e por isso tem uns motivos bem diferentes das igrejas católicas. Em ambas vimos também, para todos os lados as três cruzes de Santo André, que é o símbolo do país. Como a DAM estava fechada, pela programação só faltava o Red Light District, mas o Luã só queria ver mais tarde (a verdade é que ele queria ver de noite, a sacanagem). Então resolvemos usar o card para o passeio de barco, afinal, naquela hora (14h) abriu um solzinho tímido.
Por sorte chegamos na hora que um barco ia saindo, o barco é estilo holandês, e todo fechado, com calefação, o que me deixou muito feliz, pois eu estava parecendo a rena encantada do papai Noel com o nariz completamente vermelho de frio. No barco tem uma gravação que vai explicando em holandês e inglês, que eu traduzia em português para o meu novo aluno de inglês, o pretinho.
O passeio foi espetacular, lindo mesmo, o barco vai bem devagarinho, nem deu para eu ficar com medo. Passamos pelo Canal Singel, pelo Amstel (os famosos), pelos pequenos canais, enfim, tudo, a gravação explicou a arquitetura torta para frente das casas, mostrou o museu da Anne Frank, as igrejas que já havíamos visitado, quando de repente entramos num canal muito, muito estreito para o barco e este encostou, foi aquele susto, mas pelo que logo vi, é batidinha normal, e faz parte da emoção. Pena que durou somente uma hora.
O passeio foi espetacular, lindo mesmo, o barco vai bem devagarinho, nem deu para eu ficar com medo. Passamos pelo Canal Singel, pelo Amstel (os famosos), pelos pequenos canais, enfim, tudo, a gravação explicou a arquitetura torta para frente das casas, mostrou o museu da Anne Frank, as igrejas que já havíamos visitado, quando de repente entramos num canal muito, muito estreito para o barco e este encostou, foi aquele susto, mas pelo que logo vi, é batidinha normal, e faz parte da emoção. Pena que durou somente uma hora.
Já começara a escurecer (4h30) e nos dirigimos ao Museu da Cannabis (em português brasileiro: Museu da Maconha) que fica no Red Light District, mas ao chegar vimos que era bem pobrinho, e o card não valia para ele, como eram 5 euros, decidimos não ir. Fomos passear para o Luã ver as moçoilas se exibirem nas vitrines, como brasileiro esperto que é, tentou filmar as raparigas mas elas se esconderam atrás da cortina.
Só que ele não desistiu e conseguiu filmar de longe, usando o zoom, enquanto elas negociavam o serviço com um gajo. Andamos a Oudezijos Acheterburg (rua principal onde rola a sacanagem) de cabo a rabo, e algumas delas usavam a luz neon pra destacar seus biquínisque deixavam o rêgo aparecendo indecentes. De lá, fomos passeando e vendo lojinhas de souvenirs, os canais, batendo fotos, enfim, passeando pela Amsterdam “de noite” (mas que ainda era tarde)
Numa dessas lojas de souvenirs Luã quis chupar um pirulito verde (supostamente de cannabis), eu tive muito receio, e então perguntei à moça que atendia ali e ela me disse que o pirulito não dava efeito alucinógeno, era apenas para feel the flavor (sentir o gosto), eu disse a ela que eu estive aqui há 5 anos atrás e uma senhora me disse que o pirulito deixava a gente doidão, ela negou categoricamente e disse que não deixava, sendo assim, chupamos nossos pirulitos verdes sem medo de ser feliz, e de fato, não senti nadica de nada, parece um pirulito normal, com gosto de limão (Luã: parece limão com cheiro de cannabis).
Passamos num mercadinho perto do hotel e compramos um lanchinho, pena que no hotel não tem frigobar e por isso nossas opções ficaram restritas ao biscoitinho salgado, TUC, um quadradinho de requeijão Gouda, coca e uma cerveja Grolsch (holandesa). No hotel, após banho, descemos para usar a internet, pois o sinal não chega no quarto,Luã fez o relato de ontem, e enquanto eu relatava o de hoje, ele voltou o mercadinho e mandou ver em uma latinha de Amstel (outra cerveja holandesa), tá parecendo com quem? Com quem? Corto meu pescoço mas não digo quem é (W3) hahahaahahaha. Vou entrar no skype e depois dormir, pois iremos a 3 museus amanhã!
Para ler a segunda parte, clique aqui!
Só que ele não desistiu e conseguiu filmar de longe, usando o zoom, enquanto elas negociavam o serviço com um gajo. Andamos a Oudezijos Acheterburg (rua principal onde rola a sacanagem) de cabo a rabo, e algumas delas usavam a luz neon pra destacar seus biquínis
Numa dessas lojas de souvenirs Luã quis chupar um pirulito verde (supostamente de cannabis), eu tive muito receio, e então perguntei à moça que atendia ali e ela me disse que o pirulito não dava efeito alucinógeno, era apenas para feel the flavor (sentir o gosto), eu disse a ela que eu estive aqui há 5 anos atrás e uma senhora me disse que o pirulito deixava a gente doidão, ela negou categoricamente e disse que não deixava, sendo assim, chupamos nossos pirulitos verdes sem medo de ser feliz, e de fato, não senti nadica de nada, parece um pirulito normal, com gosto de limão (Luã: parece limão com cheiro de cannabis).
Passamos num mercadinho perto do hotel e compramos um lanchinho, pena que no hotel não tem frigobar e por isso nossas opções ficaram restritas ao biscoitinho salgado, TUC, um quadradinho de requeijão Gouda, coca e uma cerveja Grolsch (holandesa). No hotel, após banho, descemos para usar a internet, pois o sinal não chega no quarto,Luã fez o relato de ontem, e enquanto eu relatava o de hoje, ele voltou o mercadinho e mandou ver em uma latinha de Amstel (outra cerveja holandesa), tá parecendo com quem? Com quem? Corto meu pescoço mas não digo quem é (W3) hahahaahahaha. Vou entrar no skype e depois dormir, pois iremos a 3 museus amanhã!
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