sexta-feira, 8 de junho de 2012
Cidade do México - Parte 3
Perdeu a as primeiras partes? Clique aqui para a Parte 1 e aqui para a Parte 2. Lembrem-se que este diário foi escrito pelo meu pai, em conjunto com a trupe da viagem..
Acordamos às 7h00. Wendy acordou com dor de garganta. A dor de cabeça da Wirna passou. A barra das calças, meias e sapatos secaram com a ação do ventilador. Hoje como teremos que ir ao Show folclórico e amanhã viajar as 8h00 para a Riviera Maia, precisamos arrumar as malas. Logo, teremos que chegar cedo. Além disso, a chuva do final da tarde está nos impondo uma restrição de tempo para o passeio. Assim como o café da manhã servido só às 8h00.O efeito colateral é que estamos chegando mais cedo e dormindo no mínimo 8h00 por noite. Programação de hoje readaptada: Museu de Antropologia (no Bosque de Chapultepec), Hard Rock Café Cidade do México e Museu de Cera onde está a turma do Chavez.
Acordamos às 7h00. Wendy acordou com dor de garganta. A dor de cabeça da Wirna passou. A barra das calças, meias e sapatos secaram com a ação do ventilador. Hoje como teremos que ir ao Show folclórico e amanhã viajar as 8h00 para a Riviera Maia, precisamos arrumar as malas. Logo, teremos que chegar cedo. Além disso, a chuva do final da tarde está nos impondo uma restrição de tempo para o passeio. Assim como o café da manhã servido só às 8h00.O efeito colateral é que estamos chegando mais cedo e dormindo no mínimo 8h00 por noite. Programação de hoje readaptada: Museu de Antropologia (no Bosque de Chapultepec), Hard Rock Café Cidade do México e Museu de Cera onde está a turma do Chavez.
Conseguimos sair pouco mais de 09h00. Fomos para o metrô Zócalo. Na praça Rosa foi conversar com a equipe de uma tenda de Serviço Médico. Conhecemos o Médico, a enfermeira e sua hija. Após a saída. Trabalham em turno de 12 horas numa tenda na praça. UM Pronto Atendimento para a população e turistas. Se algo complica, chamam uma ambulância. Seguimos para a estação de metrô. Apinhadíssimo. Hora do rush... Descemos na estação Chapultepec. Corre atrás de um “baño” para a Rosa fazer o seu tradicional xixi Enquanto esperava fui numa loja de conveniência e descobri um produto para tomar com cerveja. Para fazer a Michelada, cerveja com pimenta. É tão usado que foi industrializado!
Cruzamos o Paseo de la Reforma e entramos no Bosque. Passeamos pelo Bosque em busca do Museu de Antropologia. O Bosque é imenso. A maior área verde urbana das Américas. Tivemos que sair do Bosque para atravessar novamente o Paseo. Caminhamos uns bons 500m até chegar ao Museu. Na entrada vimos uma família comendo Tamal, uma pamonha mexicana. Mas as meninas não quiseram provar. Estavam cheias do café.
O Museu é fantástico ($57 ou cerca de U$ 4). Conseguimos visitar a sala Mexica (1300 a 1520) que mostra o período dos astecas e a ala dos Maias (período AC). Os mexicas nos impressionaram com a qualidade do seu trabalho artesanal em vasos e esculturas, principalmente. Desenvolveram a escrita e a medicina, manipulavam com os dentes fazendo incrustrações de pedras, demonstrando o avanço do conhecimento científico. Tinham uma espécie de calendário com 20 meses de 18 diascada mais 5 dias de festas perfazendo os 365 dias do ano. A Pedra do Sol, exposta no Museu, é a maior exemplar encontrado intacto.
Os Maias viveram numa região mais a oeste da Cidade do Méxco, na península de Yucatan se estendendo para territórios dos atuais países da Guatemala, Belize e outros que não lembro agora. Também desenvolveram a medicina e a escrita num período histórico muito anterior. Suas construções são imponentes. Algumas expostas no Museu.
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Os Maias viveram numa região mais a oeste da Cidade do Méxco, na península de Yucatan se estendendo para territórios dos atuais países da Guatemala, Belize e outros que não lembro agora. Também desenvolveram a medicina e a escrita num período histórico muito anterior. Suas construções são imponentes. Algumas expostas no Museu.
Saímos e, novamente, pegamos um taxi para irmos ao Museu de Cera da Cidade do México. O taxista, falante, nos mostrou vários pontos turísticos: Paseo de la reforma com seus monumentos, o bairro Rosa, dos gays, e nos falou um pouco da história do México. Demonstrou uma certa mágoa com os EUA.
O museu, como todos os museus de cera, é muito interessante. Neste, muitos personagens mexicanos que não conhecemos. Mas foi interessante a ala dos pintores famosos. Tirei foto com Tolouse-Lautrec. A sala dos toureiros muito interessante. Wendy ficou com medo do setor de horror (até me agatanhou). As meninas fizeram a festa na sala do Chavez. Bem, ir ao Museu de Cera foi deliberação das meninas, já no México. Luã é que deu a dica. Muitos personagens da história do México. Presidentes, cantores e cantoras, toureiros famosos, atletas, comediantes. E personalidades correspondentes do mundo. O Lula não estava parecido. Destaque para o circuito do terror com vários personagens de filmes de terror como Frankstein, Drácula, o Exorcista, Hannibal, Jason. Todos vistos num túnel escuro e cavernoso. O labirinto de espelhos é muito interessante. O Museu de Cera fecha com uma área dedicada às crianças: Branca de Neve, os Três Porquinhos, Gapeto e Pinóquio, Vila Sésamo e, naturalmente, Chavez! As meninas acabaram o “filme” das máquinas fotográficas.
Saímos do Museu de Cera e demos uma pernada até o metrô. Lá, nos deparamos com vagões exclusivos
de mulheres (como nos trens do Rio). O metrô estava um sufoco. Apinhadíssimo! Lembranças de Pequim... Descemos no Zocalo e fomos para o hostal onde chagamos as 18h30. Fui fotografar a Plaza de Santo Domingo. Arrumamos as malas.
O espetáculo é muito bonito, mas repetitivo. Haja sapateado. A sala de espetáculos é muito bonita. Um belo pano de boca. Mas o Theatro da Paz não fica atrás. A primeira parte foi um saco. As meninas odiaram. A segunda parte foi melhor. Diversificou um pouco.
Saímos do Museu de Cera e demos uma pernada até o metrô. Lá, nos deparamos com vagões exclusivos
de mulheres (como nos trens do Rio). O metrô estava um sufoco. Apinhadíssimo! Lembranças de Pequim... Descemos no Zocalo e fomos para o hostal onde chagamos as 18h30. Fui fotografar a Plaza de Santo Domingo. Arrumamos as malas.
Saímos para assistir ao balé folclórico no Palácio de Bellas Artes. Tivemos que tomar um Taxi para não chegarmos atrasados, apesar da curta distância. O motorista – milongueiro – alegou que o taxímetro estava com defeito. Tentou cobrar $40. Rosa fechou o tempo e fixou o pagamento em $30 (cerca de R$ 4). O percurso de cerca de 1Km foi percorrido com lentidão. O motora nos deixou na esquina e aceitou os $30.
O espetáculo é muito bonito, mas repetitivo. Haja sapateado. A sala de espetáculos é muito bonita. Um belo pano de boca. Mas o Theatro da Paz não fica atrás. A primeira parte foi um saco. As meninas odiaram. A segunda parte foi melhor. Diversificou um pouco.
Me chamou atenção um instrumento comprido, de cordas, tocado por cinco músicos ao mesmo tempo. Muito interessante. Chama-se marimba. A parte interna do Teatro é muito linda. Moderno, com uma imensa claraboia com vitrais. Voltamos para o hostel de metrô sob protestos da Rosa. Descemos no Zocalo. Pernada para casa. Dormir para acordar as 5h00. Amanhã voo para Cancun as 8h00.
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